Mais de 30 anos criando a trilha sonora de eventos, festas e experiências inesquecíveis.
Desde criança, a música me fascinava por sua capacidade de transformar ambientes e despertar emoções. Em mais de três décadas de carreira como DJ, aprendi que cada evento possui uma energia própria, e que o papel do DJ vai muito além de simplesmente tocar músicas: é criar atmosferas, conectar pessoas, despertar e construir lembranças através do som.
Ao longo da minha trajetória, tive a honra de figurar em uma seleção publicada pela Revista Playboy, destacando profissionais que ajudaram a construir a cena noturna paulistana. Um reconhecimento que carrego com orgulho e que reforça minha dedicação à música e ao entretenimento.
No programa SuperPop, de Adriane Galisteu, apresentei um pouco do meu repertório eclético e de bom gosto, recebendo elogios carinhosos da apresentadora e dos convidados Evandro Mesquita e Rosana Hermann. Um momento especial que representou, na televisão, a essência do meu trabalho como DJ: criar a trilha sonora certa para cada ambiente e cada emoção.
Em 2025 eu fui selecionado para o CIRCUITO SESC de ARTES e me apresentei numa tour por 12 cidades, levando música de qualidade e alto astral para as ruas e praças do circuito. Ao longo dos últimos 5 anos eu tenho feito a trilha sonora para diversas atividades desta entidade: corridas, bike in door, skate, street art, sempre alinhando meu repertório ao padrão do Sesc SP.
Entre 2016 e 2019, assinei a curadoria musical do italianíssimo Spritz Bar, na nova Faria Lima, numa discotecagem semanal que levou Jazz clássico, Acid Jazz, Nu Jazz, Jazzy House, Neo Swing, Zydeco e Afro Beat para um dos happy hours mais elegantes da cidade.
A proposta era simples, porém ousada: transformar a música em protagonista da experiência, para criar uma atmosfera acolhedora, sofisticada e cultural, fazendo da calçada do Spritz, em frente ao Instituto Tomie Ohtake, um ponto de encontro para apreciadores da boa música e dos clássicos drinks italianos.
Ao longo de mais de três décadas de carreira, construí um repertório que atravessa gerações e estilos, sempre respeitando a energia e o astral de cada evento para criar a atmosfera perfeita, conexão e alegria.
A música brasileira é um de nossos maiores tesouros. João Gilberto conquistou o mundo com a Bossa Nova na mesma época em que a Jovem Guarda de Roberto Carlos era uma febre nacional. Do Nordeste vieram nomes como Zé Ramalho, Alceu Valença, Elba e muitos outros. A elite baiana, com Caetano, Gil, Gal e Bethânia, viajou para encontrar Rita Lee e os Mutantes em São Paulo. Jorge Ben popularizou o Samba Rock e o Swing. Clara Nunes transformou sua fé em festa. Beto Guedes, Lô Borges e Milton Nascimento criaram músicas que elevam a alma à altura das montanhas mineiras, e, nos anos 80, a Blitz abriu as portas para o Rock BR que brilhou com RPM, Legião Urbana, Capital Inicial, Ultraje a Rigor e Titãs, lado a lado com o Rap paulistano de Thaíde e DJ Hum, plantando a semente do que seria o “swing sangue bom” da garota carioca Fernanda Abreu e o Mangue Beat de Chico Science nos anos 90 e a nova MPB de Vanessa da Mata, Seu Jorge e Júlia Mestre nos anos 2000. Do samba à música eletrônica, o Brasil está presente em meu repertório em cores, sotaques, guitarras e tambores.
Desde os anos 60, o Rock de Elvis Presley e o Pop dos Beatles vêm se transformando e evoluindo como algumas das vertentes mais ricas da música mundial. Pode soar dançante como os Rolling Stones e introspectivo como The Doors, ou encontrar tudo isso misturado e refinado no trabalho de artistas contemporâneos como The Black Keys e Coldplay.
A explosão da Discoteque aconteceu nos anos 70 e até hoje reverbera nas pistas de dança. O som de Bee Gees, Santa Esmeralda e Sylvester inspira artistas contemporâneos que buscam resgatar a magia de uma época em que dançar era sinônimo de liberdade, brilho e celebração.
O rei do Soul, James Brown, praticamente inventou o Funk americano. Bandas como KC and The Sunshine Band, Gap Band, Commodores e Parliament fazem qualquer audiência se alinhar para arriscar alguns passinhos de dança no estilo Baile de Garagem. No Brasil, o eterno Tim Maia levanta qualquer festa, enquanto artistas contemporâneos como Bruno Mars mantêm vivo os Grooves irresistíveis da música negra.
A boa música eletrônica é muito mais do que “putz putz”. No final dos anos 80, artistas como Depeche Mode, Pet Shop Boys e Information Society invadiram o rádio com seu Pop eletrônico. Nos anos 90 vieram o Eurodance e o Garage, abrindo espaço para centenas de danceterias pelo país. Hoje, muitos clássicos desta fase continuam fazendo a alegria das festas e noites de Flashback e inspiram o trabalho de artistas como Daft Punk e Chemical Brothers.
Reúno experiência, estratégia e uma rede de parceiros especializados para tirar seu projeto do papel, atrair o público certo e criar uma experiência memorável.
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